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Guerra no Iraque
Apresentação
"nas guerras até Deus nos templos e nos
sacrários não está seguro". Padre Antonio Vieira.
A partir de Quarta-feira, dia 19 de Março de 2003, os Estados
Unidos disfarçados em uma coligação com a Inglaterra, atacaram
duramente o pequeno Iraque com o pretexto de restaurar a democracia e
devolver para a população o país livre do “carniceiro” ditador
Saddam Hussein.
Se o ideal dos EUA era a democracia, porque deram tanta
sustentação ao ditador que já há muito tempo não o obedecia?
Aliás, democracia é uma palavra desconhecida para os
americanos do norte, em nome dela, fazem absurdos com o resto do
planeta. Poluem mais do que todos os outros, possuem armamentos
militares de destruição em massa mais do que qualquer outro, não
obedecem tratados, desrespeitam normas e instituições e, por fim,
estão pouco se lixando para o resto do planeta; só conseguem ver o
próprio umbigo.
Derrubar um regime pela via democrática; essa seria a forma
ideal de retirar do poder o ditador Saddam.
Não me digam que isso é impossível. O Brasil não derrubou
Collor de Mello pela via democrática? Então, “eles”, que se
dizem mais adiantados do que nós, usando um pouco de “boa
vontade”, não teriam nenhuma dificuldade para derrubar Saddam. Essa
seria a forma legítima de trocar o governo do Iraque, e certamente
contaria com o apoio da ONU (Organização das Nações Unidas), e de
todo o resto do mundo.
Do jeito que a guerra foi elaborada, trata-se de uma invasão;
a invasão dos Estados Unidos ao pequeno, deficiente, mas, não morto,
país do ditador.
Antes de bombardear o Iraque, Bush jogou bombas na ONU, na
OTAN, na Convenção de Genebra e na opinião pública mundial que não
apoiavam essa “invasão”. Pisoteou todos, passou por cima, invadiu
e ponto final.
Interesses obscuros estão por trás dessa guerra, que
procuraremos analisar através desta pesquisa. Interesses americanos e
não mundiais são o verdadeiro pano de fundo desse ataque, porém,
ninguém melhor que o próprio leitor para avaliar os fatos e tirar
sua própria conclusão.
Boa leitura.
Reinaldo Dias
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