\n'; document.write(barra); } } changePage();
|
|||||||||
|
Tomás
Antônio Gonzaga
Nascido
em Porto (1744-1810?) de pai brasileiro, estudou na BA e formou-se em
Coimbra em Direito, sendo um jurista habilidoso. Envolvido na Inconfidência
é preso em 23/05/1789 e mandado para a prisão no Rio de Janeiro. É
deportado para a África em 1792. Na África se casa com uma rica
herdeira, recupera fortuna e influências e morre, provavelmente, em 1810.
Produziu pouco, exceto no curto tempo em que esteve em MG. Apaixonado por
Maria Dorotéia Joaquina de Seixas, escreveu Marília de Dirceu em
sua homenagem. Ele ia casar-se com ela e partir para a Bahia assumir um
cargo de desembargador, mas foi preso uma semana antes. Segundo suas
poesias ele não participava da Conjuração, apesar de ser amigo de Cláudio
Manuél da Costa. De fato, Gonzaga, acusado de ser o mais capaz
de dirigir a Inconfidência e ser o futuro legislador, não suportava
Tiradentes. Escreveu também as Cartas Chilenas, que
satirizavam seu desafeto, o governador Luís Cunha Meneses. Sua obra
apresenta características transitórias para o Romantismo, como a
supervalorização do amor e a idealização da mulher em Marília de
Dirceu. "Eu vi o meu semblante
numa fonte, " Assim o nosso chefe
não descansa Texto: Reinaldo Dias |
Reinaldo Dias Webmaster |
|||||||